Inclusão de ciclovias em novos empreendimentos e outros quatro projetos são aprovados. Mudanças no Regimento Interno da Câmara recebe pedido de vista
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27 de setembro de 2022
Na chuvosa noite de segunda-feira, 26/09, os vereadores de Botucatu aprovaram de forma unânime cinco dos seis projetos em pauta. Logo no início da fase da Ordem do Dia, o plenário votou pela inversão na pauta, de forma que os projetos de denominação de ruas fossem os primeiros a ser apreciados pelo plenário, uma vez que familiares dos homenageados acompanhavam a sessão presencialmente.
Na tribuna, sequencialmente os vereadores autores leram as biografias dos homenageados e foram aparteados por outros parlamentares, que se manifestaram sobre os cidadãos que agora dão nome a ruas do Distrito Industrial IV – Dr. Jairo Jorge Gabriel. A primeira a usar a palavra foi Alessandra Lucchesi (PSDB), que mediante o PL 65/2022 batizou de "Nilson Aparecido Azanha" a "Rua B". Em seguida, Marcelo Sleiman (União) falou sobre "Roberto José Salomão", que agora denomina a "Rua 7" (PL 63/2022). E, finalmente, Cula (PSDB) se pronunciou sobre "José Carlos Cação da Cruz", agora nome da antiga “Rua C” (PL 67/2022).
Após as homenagens, a pauta seguiu a ordem original e o plenário aprovou sem discussão a proposta do Executivo de doar um terreno no Distrito Industrial III para a SBT Aeronáutica e Mecânica Industrial Eireli (PL nº 66/2022).
Participando dos trabalhos de forma remota, a vereadora Rose Ielo (PDT) pediu vista ao Projeto de Resolução nº 03/2022. De iniciativa dos vereadores Lelo Pagani (PSDB), Alessandra Lucchesi e Marcelo Sleiman, a matéria altera dispositivos do Regimento Interno da Câmara Municipal de Botucatu e voltará à pauta na próxima sessão.
A última matéria a ser apreciada e aprovada foi o PL nº 57/2022, de iniciativa dos vereadores Marcelo Sleiman e Lelo Pagani. Após ler a ementa do projeto – que inclui o inciso XIII no art. 8º da Lei nº 6.095/2019, que dispõe sobre o Parcelamento do Solo Urbano do Município de Botucatu – Marcelo Sleiman explicou a proposta: “Hoje, qualquer projeto que dá entrada na Prefeitura tem que prever uma série de coisas, como água, energia elétrica, drenagem, arborização, calçadas, asfalto... Agora, pretendemos que o empreendedor apresente também um projeto de mobilidade urbana no tocante a ciclovias e/ou ciclofaixas. É um primeiro tijolinho para trazer esse tema tão importante que abrange meios alternativos de mobilidade urbana, nesse caso, as bicicletas”. Para o vereador, essa é uma forma de o Legislativo atuar no planejamento viável da cidade, já que propõe o aumento gradual de uma malha cicloviária que dê segurança aos usuários e inicie um novo tempo em Botucatu.
Em aparte, o também autor Lelo Pagani comentou o processo de discussões e debates ocorridos durante a elaboração do projeto e destacou: “esta é uma demanda que veio dos ciclistas, foi acolhida por esta Casa e vai transformar a cidade e deixar Botucatu mais moderna”.
Comentando que já tinha apresentado ao Executivo demanda parecida, o vereador Sargento Laudo (PSDB) elogiou o projeto e declarou seu voto favorável, por considerar importante “explorar o meio de transporte alternativo que também preserva o meio ambiente”.
Nas outras fases da sessão os vereadores ainda aprovaram proposituras (Pequeno Expediente) e discorreram sobre temas livres (Grande Expediente).
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