Vereadora cobra ação do Ministério Público e do tribunal de Contas em caso do 13º salário da Unesp
Vereadora cobra ação do Ministério Público e do tribunal de Contas em caso do 13º salário da Unesp
15 de fevereiro de 2019
Há alguns dias os assuntos relacionados ao não pagamento do 13º salário dos servidores da Unesp e foi o foco principal das solicitações encaminhadas via requerimento pela vereadora Rose Ielo [PDT]. Durante a última sessão ordinária realizada na Câmara Municipal, a legisladora solicitou que o Ministério Público seja oficiado para tomar ciência do fato. O pedido foi apresentado em conjunto com os vereadores: Izaias Colino, Abelardo, Carlos Trigo e Paulo Renato.
O requerimento foi endereçado a duas importantes instituições, o Ministério Público do Estado, solicitando uma análise sobre o descumprimento da Lei n° 8.429/92 [Lei de Improbidade Administrativa] e o não pagamento do 13º salário aos servidores da Universidade Estadual Paulista – Unesp, com a finalidade de que sejam tomadas as providências cabíveis e o estabelecimento do direito ao pagamento, bem como ao Tribunal de Contas do Estado, para ciência e providências.
De acordo com o documento cuja vereadora Rose Ielo é a primeira signatária, a Câmara Municipal apresentou e aprovou uma Moção de Repúdio referente “a omissão perpetrada pelo Magnífico Reitor da Unesp, Professor Doutor Sandro Roberto Valentini, que deixou de cumprir as normas constitucionais e legais acima mencionadas, bem como a regra estatutária de sua competência, ao deixar de providenciar o pagamento do décimo terceiro dos servidores da Universidade.
Baseada nesse documento é que a vereadora cobrou uma ação do Ministério Público e do Tribunal de Contas. “O teor desta Moção informa um possível ato de improbidade administrativa, devido ao descumprimento do estabelecido no artigo 11, I e II da Lei n° 8.429/92 [Lei de Improbidade Administrativa]. Nada mais é do que dever deste legislativo possibilitar eficácia nos atos e cumprimento das leis, na garantia dos direitos dos servidores, bem como a necessidade de apresentar queixa crime pelo não cumprimento da supracitada lei”, explica Rose Ielo.
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