Carlos Trigo e Rose Ielo pedem a contratação de assistentes sociais e psicólogos para a Educação
Carlos Trigo e Rose Ielo pedem a contratação de assistentes sociais e psicólogos para a Educação
18 de agosto de 2017
A questão do baixo número de profissionais atuando na secretaria municipal de educação como assistentes sociais e psicólogos motivou os vereadores Carlos Trigo [PDT] e Rose Ielo [PDT] a encaminharem um requerimento ao Poder Executivo solicitando que sejam envidados esforços no sentido de que mais profissionais dessas áreas sejam contratados por meio de concursos públicos. O pedido foi aprovado pela unanimidade dos demais vereadores e encaminhado aos responsáveis.
De acordo com o documento apresentado pelos vereadores, a atuação do Serviço Social na área educacional, bem como seus métodos de articulação para com a realidade social presente no ambiente escolar, em parceria com a família, garantem o compromisso da educação e formação de uma esfera social mais cidadã. Hoje é imprescindível a participação de assistentes sociais em programas que objetivam prevenir a violência e o uso de substâncias como álcool e drogas, problemas que, infelizmente, são cada vez mais comuns nas escolas de todo o país.
Ainda seguindo o requerimento, os destacados profissionais podem atuar em programas de orientação social e familiar, com o intuito principal de evitar a evasão escolar e melhorar o desempenho dos alunos, bem como atuar em programas de visitas domiciliares que possibilitem ampliar o conhecimento acerca da realidade social e familiar destes alunos, possibilitando que tal profissional interaja e intervenha no âmbito escolar buscando uma assistência adequada à realidade dos estudantes. Atualmente existem apenas dois profissionais atuando no município. Número insuficiente para as demandas da rede municipal de ensino.
Carlos Trigo e Rose Ielo defendem também a contratação de psicólogos para o ensino. “De modo análogo, a necessidade de contratação de psicólogos para atuarem no contexto escolar fica também cada dia mais evidente, sobretudo em face dos diversos casos de ameaça e agressão física envolvendo alunos e professores, assim como em razão do grande crescimento da prática de bullyng nas escolas e do crescente uso de álcool e drogas pelos jovens em idade escolar, fato que também os tornam mais vulneráveis ao aliciamento de criminosos” diz o documento.
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